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está na coluna do Paulo Alceu de hoje...
Aconteceu na política
Estava em discussão na época a eleição indireta para Presidência da República. Um dos postulantes era o então ministro dos Transportes, Mário Andreazza, que disputava a indicação ao Colégio Eleitoral.O deputado Ivan Ranzolin - hoje presidente da SCGás - buscava informações sobre os candidatos. Foi até a residência do ministro no Lago Paranoá em Brasília para uma conversa. Lá chegando estacionou o carro, depois de aberto o enorme portão, e entrou na casa do ministro que o aguardava. Assim que sentou em um sofá branco enorme apareceu um cachorro e começou a lamber o deputado...passar a pata suja em sua calça e pular em seu colo. Durante a conversa com o ministro o animal não parava quieto, inclusive, avançando no copo de uísque do catarinense. E o ministro não dizia nada, nenhuma palavra de repreensão. De repente o cachorro sumiu, voltando logo em seguida com um pedaço de osso na boca. Ficou roendo nos pés do deputado que em seus pensamentos chegou à conclusão de que o ministro Andreazza não merecia seu voto. Um homem que não consegue nem dominar um cão...Terminada a visita Ranzolin levantou e dirigiu-se à porta despedindo-se, e foi quando ouviu o ministro dizer o seguinte: Deputado, o senhor não vai levar o seu cachorro?
-Era um cão de rua que aproveitou o portão aberto e entrou na casa.

criado por Patrícia Gomes
11:59:22
criado por Patrícia Gomes
11:21:41
vou reproduzir o texto:
1° quadro - "Uma latinha de cerveja: R$ 2,00"
2° quadro - "Multa por dirigir alcoolizado: R$ 955,00"
3° quadro - "Encontrar a galera na delegacia: NÃO TEM PREÇO!!! YEAH
HAHAHA - achei a maior graça disso.

criado por Patrícia Gomes
09:43:55
Um pouco de "desconfiômetro" não iria nada mal para aquelas pessoas que estão com fone de ouvido, ouvindo suas musiquinhas prediletas, num volume tão, tão alto, que é possível para quem está do lado ouvir junto. Nesses momentos, eu sinto como se meu espaço estivesse sendo invadido. Se a pessoa quer ouvir música tudo bem. Agora, ela tem que ouvir pra ela, e não colocar num volume tal, que todos ao redor são obrigados a ouvirem junto.
Dia desses eu voltava do trabalho de ônibus e um adolescente entrou com um aparelhinho desses e de fone de ouvido. Mas a música tava tão, tão alta, que todo mundo ouvia o funk que tocava. Um horror! Quando ele desceu, todos comentaram, porque realmente incomodou. Se a gente do lado consegue ouvir o que toca dentro do ouvido dele, imagina o volume de som que está incidindo direto no timpano do sujeito? Minha amiga fonoaudióloga Janete diz que esse volume todo pode sim ao longo do tempo prejudicar a audição da pessoa. Então, se a gente ao redor está escutando é porque, evidentemente, a pessoa pode baixar o volume e ainda continuar escutando perfeitamente a sua musiquinha. Eu não sou obrigada a ouvir a música dos outros! Também não sou obrigada a escutar conversas no celular! Tem gente que se empolga e começa a falar muito alto ao telefone. Aliás, minha amiga Janete também ensina que falar alto não é de bom tom.

criado por Patrícia Gomes
11:34:49Têm comentários, que é impossível não copiar. Os dois abaixo, estão na coluna do Claudio Humberto de hoje:
Lei do inocente
Enquanto próceres jurídicos discutem lei contra o abuso de autoridade, Lula abusa da falta de autoridade com “não sei, não sabia”.
Vem aí o Bolsa-Colete
O procurador de Justiça José Osmar de Araújo, de Rondônia, já prevê a criação pelo governo Lula do “Bolsa-Colete”, para proteger cidadãos do Rio de Janeiro de sua polícia: colete à prova de balas e kit-rendição, com bandeira branca, lenço branco e, por via das dúvidas, uma pomba idem.

criado por Patrícia Gomes
11:58:26